domingo, 27 de março de 2011

A cada minuto morrem 21 crianças pobres

 Os números aí estão bem patentes e divulgados por várias organizações internacionais defensoras dos direitos das crianças.
Cada dia que passa, perecem trinta mil crianças com menos de 5 anos, vítimas de pobreza.
Por ano, são 11 milhões de crianças que tragicamente morrem tendo como causa a pobreza.
Parece impossível que esta negra realidade aconteça neste século XXI em que tanto se gasta e desperdiça em luxos, em ostentações e nesse nefando negócio de armas.
Não faltam convenções e tratados assinados, mas sem qualquer aplicação prática e muito longe de serem compridos. É, infelizmente, o flagelo da pobreza está de tal maneira generalizado que atinge todos os países, mesmo até os de maior progresso e desenvolvimento.
Tanto nos Estados Unidos da América como nesta velha Europa, a pobreza, nos mais variados graus é uma realidade bem visível, sobretudo nas grandes cidades.
Quanto ao nosso país todos sabem pelas estatísticas que cerca de 2 milhões de portugueses são pobres e 15,6 por cento das crianças vivem também abaixo do limiar da pobreza.
E que dizer dos países pobres?
É confrangedor o cenário que deparamos por toda a América Latina e muitos países da Ásia. Mas a grande catástrofe é a que avassala o continente negro. Em África contam-se 15 milhões de órfãos devido à sida e, o pior, completamente abandonados. Milhões de famintos nos campos de refugiados.
Nesse vasto continente africano morrem 7 milhões de crianças antes do primeiro ano de vida.
E, segundo alguns analistas sérios, o mundo, no seu conjunto, tem recursos mais que suficientes para resolver eficazmente todas as situações de fome, de miséria e morte.
O que falta, isso sim, é a vontade dos ricos, dos grandes e dos poderosos… 



http://www.diocese-algarve.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=1113

Pobreza

Mais crianças pobres em Portugal


Uma em cada quatro crianças portuguesas vive em condições de pobreza. A incidência de pobreza infantil no nosso país é de 23%. A subida de dois pontos percentuais, num ano, representa mais 43 mil crianças pobres.
Vinte anos após a assinatura da convenção sobre os direitos da criança, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, as crianças continuam a ver-se privadas de bens e direitos essenciais. Algumas dessas crianças vivem na nossa cidade e até na nossa rua e, apesar de todas as crianças com cinco anos frequentarem o ensino pré-escolar, os responsáveis da rede anti-pobreza nacional defendem uma maior intervenção ao nível das famílias, alertando para o oitavo lugar que Portugal ocupa, no ranquing das gravidezes adolescentes.
Amélia Bastos, da Universidade Técnica de Lisboa apresentou ontem, em Braga, um estudo sobre pobreza infantil, alertando para o facto de esta faixa etária ser a mais afectada, superior à média europeia, mas chamou a atenção para as consequências que derivam da vivência da pobreza. "A curto prazo, reflecte-se na alimentação, na saúde, no sucesso escolar e na integração social inexistente, mas a médio e longo prazo, as consequência verificam-se ao nível da falta de qualificações e nas dificuldades de integração no mercado de trabalho", adianta Amélia Bastos.
(…)


http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1426283

Crianças pobres

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que cerca de 50 milhões de crianças vivem em estado de pobreza nos países desenvolvidos. E mais: o número de crianças nestas condições aumentou em 17 dos 24 países mais ricos do mundo durante os anos 90.
Se isto acontece nos países ricos, quanto maior não será o número de crianças vítimas da miséria nos outros países!
Trabalho perigoso, escravatura, trabalhos forçados, meninos-soldados, exploração sexual com fins comerciais e outras actividades ilícitas são algumas das formas de exploração infantil citadas no documento, que afectam 180 milhões de crianças no mundo.
O relatório mostra que as crianças são arrastadas para o mundo do trabalho e da exploração devido à pobreza e à falta de uma educação adequada, factores que estão a ser exacerbados pelos efeitos da SIDA.
No mundo, segundo dado da UNICEF, vivem cerca de 2,2 bilhões de crianças, das quais 1,9 bilhões em países não desenvolvidos, o que faz com que uma em cada duas crianças viva na pobreza.
No ano passado, morreram em todo o mundo 10,6 milhões de crianças antes de atingirem os cinco anos. Há pois um trabalho ingente de mobilizar as pessoas e os governos a ajudar estas crianças.
Há mais de 30 anos, os países mais ricos comprometeram-se a atribuir 0,7 por cento do Produto Nacional Bruto à ajuda aos países em desenvolvimento, porém, apenas cinco cumprem essa promessa: Dinamarca, Holanda, Luxemburgo, Noruega e Suécia. Uma campanha de angariação de fundos, a nível mundial, é urgente. Ofertas isoladas podem minorar mas não resolvem este problema.



http://www.oamigodopovo.com/pobres179.html

Pobreza em Portugal não pára de crescer

"Os portugueses continuam a empobrecer". A conclusão é da Assistência Médica Internacional de acordo com dados recolhidos no primeiro semestre do ano.
Assistência Médica Internacional (AMI) diz que há uma nítida tendência para um crescente número de casos de pobreza e que a grande maioria das pessoas que pede auxílio encontra-se em plena idade activa, entre os 21 e os 59 anos de idade.
A dois dias de se assinalar o Dia Internacional para Erradicação da Pobreza, a AMI refere que 5201 pessoas procuraram o apoio social da organização. "Mais 506 que em igual período de 2008 e um número que se aproxima perigosamente dos totais anuais de anos anteriores (em 2004, o número total foi de 5929)", refere. Em comparação com o primeiro semestre do ano anterior, verifica-se um aumento de cerca de 10%.
No primeiro semestre deste ano, quase duas mil pessoas recorreram pela primeira vez ao apoio social da AMI, "mais 24% que durante o mesmo período no ano anterior"
A maioria da população que recorreu aos centros Porta Amiga encontra-se em situação de desemprego (80%), tendo como principais recursos os subsídios e apoios institucionais e o apoio de familiares ou amigos.
Relativamente ao Rendimento Social de Inserção (RSI), verificou-se um aumento do número de beneficiários comparativamente ao mesmo período do ano passado. 


http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1391750

segunda-feira, 14 de março de 2011

Obrigada a todos pela ajuda!

Aqui ficam algumas das fotos do 12 de Março, na entrada do Palácio Gorjão. - dia da recolha

Começou assim... 








Ao fim do dia os carros foram ficando cheios...



No Banco Alimentar...